Metamorfose da criação

Sempre achei que para criarmos, passamos por fases, como a metamorfose de uma borboleta. Vivemos momentos de lagarta, casulo e depois nos transformamos em belas borboletas.
Na fase lagarta, nós buscamos novidades, estudamos, recolhemos imagens, idéias. Criamos nosso arquivo de imagens, propriamente dito.
Já na fase de casulo, precisamos de espaço, silencio. Nos voltamos para dentro de nós. É uma fase mais sofrida e que gera angústia. Angústia da criação, do pensar. Esta fase é importante para  organizar as idéias e criar novos projetos, experimentar. Na fase de casulo,  o tempo depende do processo pessoal de cada um.
Quando entramos na fase borboleta,  a produção de trabalhos surge livre e rica de possibilidades. A criação aflora  com facilidade. Mas para isso temos que respeitar todo o processo criativo.

Compartilhe este post

dicas

Leia esses também

Deixe uma resposta

Seu email não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *